Alunos do Unileste realizam visita técnica ao Parque Estadual do Rio Doce
Publicado em 28/10/2016

Neste sábado (29), os graduandos dos cursos de Pedagogia e Engenharia Civil do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (Unileste) farão uma visita técnica ao Parque Estadual do Rio Doce. Na oportunidade, os universitários terão uma aula de campo em um fragmento de Mata Atlântica ministrada pelo docente Marcos Vinícius Rodrigues.  A atividade é parte do programa da disciplina Educação Ambiental.

De acordo com o Marcos Vinícius, docente responsável pela atividade, a aula de campo é um método importante na Educação Ambiental. “O objetivo é transformar a teoria da sala de aula em prática, usando os recursos ecológicos, em que se destacam as trilhas interpretativas”, comenta.

Segundo ele, as aulas de campo são metodologias ativas que permitem aos estudantes a vivência e a tomada de decisões, tornando-os protagonistas no processo de construção do conhecimento.

“As trilhas, enquanto instrumentos pedagógicos para a educação ambiental, tendem a explorar o raciocínio lógico, incentivar a capacidade de observação e reflexão, além de apresentar conceitos ecológicos e estimular a prática investigatória”, destaca o professor.

A visita será uma oportunidade de contato direto com o ambiente natural, direcionada ao aprendizado e à sensibilização no que se refere à Educação Ambiental.

Sobre o Parque

O Parque Estadual do Rio Doce é uma unidade de conservação que abriga a maior floresta tropical de Minas, em seus 36.970 hectares, e está inserida entre os municípios de Marliéria, Dionísio e Timóteo. Possui árvores centenárias, madeiras nobres de grande porte e uma infinidade de animais nativos que compõem o cenário de um dos poucos remanescentes de Mata Atlântica no Brasil.

Animais conhecidos da fauna brasileira são frequentes no Parque. A capivara, anta, macacos-prego, sauá, paca e cotia, bem como espécies ameaçadas de extinção como a onça pintada, o macuco e o mono-carvoeiro, maior primata das Américas.

O parque possui ainda um notável sistema lacustre, composto por 40 lagoas naturais, dentre as quais se destaca a Lagoa Dom Helvécio, com 6,7 Km2 e profundidade de até 32,5 metros. As lagoas abrigam uma grande diversidade de peixes, que servem de importante instrumento para estudos e pesquisas da fauna aquática nativa.


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